Escolha uma palavra e deixe o Umikizu falar sobre isso...

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Se você não sabe aproveitar...


Faltava um minuto para o relógio gritar que era meia-noite e eu dei o primeiro gole numa caneca com vinho. Sim, uma caneca holandesa, com vinho até a metade, com muita vontade de beber, sem nenhuma penitência. Um minuto para meia-noite e eu já estava pronto para encarar o outro dia que viria tão rápido. Ele veio e eu fui junto.
Novas 24 horas, todas minhas, para que eu faça tudo que preciso, e se sobrar tempo, tudo que quero. E eu quero fazer tudo isso em pouco tempo, já que o dia passa tão rápido, mas esse um minuto de um só gole demora mais que eu imaginava.

Obstante, no fim o dia passou, não mais que um outro gole de vinho depois do primeiro, agora tenho a responsabilidade de um novo dia nas mãos, com a mesma caneca com ainda algum vinho dentro e mais alguns goles antes de me entregar ao sono que vai me privar de ver o nascer do Sol deste novo dia. Acordarei com ele a pino, gritando pela janela e aquecendo minha cara: - Acorda! Já é tarde demais para o que quer fazer desse dia, então faça ao menos o que precisa ser feito!
Não teria forças para levantar da cama, não fosse a necessidade de checar minha vida e a vida dos investimentos que fiz no dia anterior. Resultados que teimam em não chegar. Onde está o retorno que espero pelo trabalho que fiz tão arduamente ontem? Onde estão as pessoas que deveriam me pagar e me libertar dessa sina que é fazer arte pelo bem da arte, sem receber trocado algum, sem nenhum consolo? Não estavam longe, mas não os alcanço, não consigo chegar perto dos "intocáveis" que tem para dar e vender o que eu apenas tento ganhar.

Será essa a chave? Tenho que parar de tentar. É isso mesmo.

Não basta beber um só gole na caneca, esperar o dia passar, fazer o que precisamos e só deixar mais um dia passando, então que tal tomar a caneca toda até o meio desse pequeno minuto que te separa de um novo dia, ficar satisfeito e então ir direto ao ponto: Você não precisa fazer nada, nem fazer tudo o que quer, mas você tem que fazer mais alguma coisa, realmente precisa deixar de lado o que precisa e o que quer fazer para fazer a diferença na sua vida! Mude e faça diferente do que você tem feito. Tome aquele vinho como se não tivesse mais nenhum vinho no mundo todo e depois encha a sua caneca com algo que nunca bebeu antes. Essa pequena aventura faz você beber algo diferente todos os dias, até que você encontre o que realmente quer beber. E então você vai começar a comer algo diferente, dormir em horários diferentes, em lugares diferentes, visitar lugares diferentes, conhecer pessoas diferentes! Muitos diferentes juntos, é eu sei que isso não cai bem num texto, mas é importante fazer isso de vez em quando. Não é errado, só não é casual. E eu não vejo nada errado com o fora dos moldes, aquilo que não cabe em qualquer lugar, pode despertar a curiosidade e quando estamos curiosos podemos descobrir muitas formas de ser excepcionais!

Bastou-me... Tomei a caneca toda de vinho, no dia seguinte mesmo, meia-noite e dez. Sim, fiquei por 10 minutos saboreando o vinho, o pensamento e a reflexão que não me neguei, não desviei, aproveitei e saboreei com o vinho que eu gosto e isso fez toda a diferença para mim. Dez minutos deliciados. Agora vou buscar a minha novidade, não dentro da caneca, mas dentro da cabeça! É uma maravilha o que se sentir fora de si mesmo pode fazer. E não culpe o vinho, ele não foi nem a porta de entrada, e muito menos uma desculpa! Ninguém precisa disso... basta secar a sua caneca como as xícaras das mensagens do Zen e terminar de enchê-la de novo, com alguma outra coisa. Simples assim. E chega de beber. Vai dormir pra aproveitar o dia. Aproveite você!

domingo, 27 de abril de 2014

Com o senhor Tempo...

Dale Mathis – David Mechanica
Aprendi com o senhor Tempo:
- que Esperar é importante
- Pensar bem
- Pensar de novo
- Agir!!!
- Não ter medo de errar...
- Esperar fazer efeito
- Então com tudo pronto, colher os frutos
- Ser grato pela colheita
- Recomeçar!

E mesmo no turbilhão de coisas que vivemos hoje, da vida que tem que ser mais ágil ou perdemos oportunidades, entendi também que não temos como fazer tudo. Isso quer dizer que aquela oportunidade que passou não foi perdida, e sem ser caxias eu lhes digo, outras virão e serão ainda melhores.

Com tempo, a gente aprende mais que isso...
Mas é só o tempo que vai realmente te ensinar, no mais, eu só quero registrar que no momento, ainda tenho muito que aprender, e tenho bastante a transmitir, por causa desse mesmo tempo, que tanto me falta no dia-a-dia, mas que tantas alegrias me traz!

AlgoS...

Arte de Iris Scott
São coisas simpleS
E que não se perdE
Mas as pessoas senteM
Por tudo ser tão toP
Rapidamente sem muito pensaR
Em segundos a gente entendE

Acontece da vida acender uma chamA
Lá dentro, onde está o nosso quintaL
Grande e ardente como primeiro do rankinG
Olhando por cima, mas sem ser orgulhosO

Bem comemorado num bom puB
O sabor era de festa e trabalhO
Momentos de um ano de corageM!

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Waterfall...

E para todo lugar que eu olhava havia um arco-íris. Ele estava em mim...
Existe uma qualidade que desenvolvemos com o passar dos anos que decorre da resolução dos obstáculos, seja ela positiva ou negativa, que é a capacidade de encontrar serenidade em meio à tormenta. Apenas um segundo basta dessa incrível habilidade para que possamos resolver de uma vez por todas aquele problema que estava interpelando nossa caminhada.
É um momento que o tempo para; vemos tudo à nossa volta paralisado e que acontece inconscientemente; e neste segundo temos o chamado "estalo" e encontramos a resposta para sair de uma enrascada.

Tive esta experiência, conheci esse estado de pura inanição global quando me sentei finalmente ao pé de uma cachoeira. Uma sensação inebriante de paz em meio à violenta e fria queda d'água. Me batendo com força, gelando a alma, caindo na cabeça, nas costas, em todo o corpo. Mas havia naquela água e embaixo da brutalidade uma paz ainda mais terrível. A paz que faz com que a gente se sente de frente com nosso eu, olhe diretamente nos olhos de cada desafio e permaneça intacto, forte, postura ereta, cada coisa no seu lugar e separadas para assimilação completa. A magia desse estado de espírito, a ativação de tão importante habilidade que não sabemos controlar é plenitude.

Efêmera.
Passou tão rápido, voltando então a perceber, a força da água fria que oprimia minhas costas cansadas e os problemas continuavam onde estavam. As vozes ao meu redor voltaram a ocupar-me os ouvidos, o próprio som da minha mente que não se cala estava de novo a colocar em pauta todas as minhas responsabilidades, atividades, necessidades e desejos. O mundo voltava a ser o que sempre foi. A diferença é que pela primeira vez, tive consciência daquele estado de dormência e infinitude que acontece em apenas um segundo, mas que faz nossa mente ter uma visão de 360º sobre nossa situação, 100% focado no presente.

Sensível.
Um único segundo, e a resolução esperada para o desespero; uma solução lúdica e fresca para a situação interminável; e aquele momento de paz que fica na memória, o sentimento da plenitude do ser.
Finalmente: Ser... Uma habilidade de super-herói, mente e consciência se fecham e unem para uma confraternização resolutiva. Acaba-se o impedimento que prejudicaria todo o corpo. Quantas vezes sentimos e ignoramos esse estado de poder infinito, pelo simples medo de sentir e de arriscar uma solução tão simples, que só poderia vir da sua imaginação fértil. É o que parece, mas se tentamos e vamos adiante com a loucura de resolver os prolemas complicados com simplicidade, encontramos o que é viver a vida em um estado ainda mais elevado de consciência: a liberdade de ser feliz!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Indicação: Revolution...


Assistimos tantas séries, tantas histórias interessantes e tramas que nos prendem por temporadas e mais temporadas, mas eu tive uma excelente surpresa ao persistir em assistir uma série e começou bem fraquinha, mas que rendeu uma história intrigante, cheia de mensagens que me deixaram sem fôlego, simples porém muito fortes.

Estou falando de Revolution.

Uma série que começa 15 anos depois de uma crise, uma ação tecnológica que acaba com toda a energia elétrica do planeta, um grande blackout que força as pessoas a viver novamente sem nenhuma máquina, computador, telefone, voltando a ter que cultivar a terra para comer, guardar água para sobreviver entre outras dificuldades que nossos antepassados viveram, porém com a pressão do choque da troca de estilo de vida.
No começo a dificuldade para encontrar comida, para se manterem vivos, mostram os instintos humanos mais primitivos, aqueles que levam as pessoas a fazer qualquer coisa pela sua sobrevivência e também se seus familiares.

Claro, não vou dar spoillers sobre a série, sobre personagens, sobre nada! Isso não se faz, a não ser que as pessoas perguntem.
Mas preciso dizer o que me fez apaixonar pela série:

De forma delicada, quase sutil, a história aborda fortemente a sustentabilidade, a importância que não damos às coisas importantes para nossa sobrevivência:
- O próprio planeta;
- O ser humano;
- O ar que respiramos;
- A Água que bebemos;
- Os alimentos que precisamos;
- As relações com o próximo;
- Como tratamos nós mesmos;

Entre essas, tantos outros assuntos que vocês verão na série que deixam qualquer um com um grande nó na garganta.
Não falta balas, romance, traições e revelações em todos os episódios. Agrada todos os gostos, agrega valor e faz pensar... e se acontecesse uma cagada e ficássemos novamente na Idade da Pedra?
Indico e repito: é uma série de tirar o fôlego!

Revolução: A força desligada. Pra sempre.
Cast espetacular.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Você já errou hoje?

Certo ou Errado?
Te pergunto porque é uma das coisas que devemos colocar na nossa lista "To do daily".
Parece bobagem que um cara louco possa escrever, não é? Mas não é não. Confie em mim.
Erre uma vez, você vai ser tomado por todo tipo de sentimento, e claro que depende de cada um. Posso dizer por mim: quando eu erro, me sinto frustrado, com um pouco de vergonha e também com uma grande vontade de recomeçar e fazer direito.
Muita gente não reage bem, deixam a frustração levar à tristeza e então você se sente incapaz, e isso acaba com a moral de qualquer um, não é? É, mas não deveria ser assim!

Lidar com nossas frustrações é difícil, mas errar não significa sempre se frustrar, e muito menos uma coisa ruim. Faça uma pesquisa rápida no "Google da sua mente" e me responda: quantas vezes você fez algo errado e, por ter saído errado, criou algo novo? O inesperado acontece quando a gente faz algo diferente, e errar é fazer diferente do convencional. Erramos uma medida, erramos uma palavra ou falamos algo enrolado e então o resultado é um bolo diferente, um texto diferente, ou talvez boas risadas com os amigos.

Não quero incentivar erros. Muito pelo contrário. Quero tirar das costas o peso que carregamos pela convenção à respeito do erro, pois como diz o ditado: "Todo mundo erra, somos humanos"; mas a maneira com a qual lidamos com esse fato é que faz toda a diferença. Ver o erro como uma oportunidade positiva pode tornar uma falha em um acerto, ou podemos simplesmente nos divertir com nossos erros como nos erros de gravação de um filme. E todos gostamos dos erros de gravação.
Mas por favor, pense bem antes de errar de propósito. Esse não é o objetivo, pois fazer algo errado com o intuito de fazer errado é um tiro no pé. Desafie-se, não se diminua!

Tente algo diferente sem a preocupação de errar ou acertar, faça uma nova experiência ou um novo caminho para chegar ao mesmo lugar. Pode ser que demore mais para chegar, pode ser que desperdice alguns recursos ou ingredientes, ou talvez acabe com o açúcar da sua mãe. Porém, já pensou que nesse caminho mais longo encontre uma linda paisagem? Que no final da sua viagem você vai ver que gastou todos aqueles recursos para que encontrasse uma forma de economizar ainda mais no futuro? Ou ainda melhor, usou sua criatividade para criar um novo bolo que não leva açúcar e fica tão gostoso quanto os outros?
Permita-se! Erre se preciso for. É só tentar, e dar-se a oportunidade de descobrir um novo horizonte.

domingo, 13 de abril de 2014

Um corpo que é calor!

Aquecido, sempre quente, esquentado, quase soltando fumaça.
Essa é minha realidade. Por isso o frio me afeta tanto, sou do calor, sou chama, o que aquece e prevalece aquecido, colocando tudo pra ferver, fogo que não se apaga nunca mais.

O frio externo não me abala já que o calor interno me mantem em brasas. Mas o frio que vem de dentro dos corações malvados, rejeitados e maltratados, estes desconcertam-me e querem-me apagar.
Fico tremendo, temendo, morrendo, sem sinal de sobrevivência, mas a lágrima que o frio traz, seca nas cinzas desse "sentimento Fênix" que nunca me deixa. Acaba renascendo de uma só faísca o incêndio que me rodeia todo o dia.

Me abraça, e engolfado pelas labaredas ferrenhas, quente como lava, eu lhe doo todo o meu calor, não sei ser morno e mesmo assim tão quente, não vou te queimar. Basta ter coragem e acreditar.

O clima frio, a frieza da mente, o coração de gelo ou a tempestade de neve mortal podem me abalar, mas o meu coração é a única fonte de calor que eu preciso e da qual me alimento para continuar vivo. E desse vulcão que tenho no peito, vem todo o poder que eu tenho, a energia que necessito e a vontade e impeto para caminhar e encantar o mundo.

Calor, chamas e luz de todos as temperaturas, as mais quentes e mais inocentes, pois que se existe razão para existir é para conviver e caber em todos os lugares e em todos os corações, sendo uma pequena faísca ou uma grande estrela queimando no céu, sou dos que tocam com a branda ternura do parente querido, e quem traz o calor gostoso de quem se abriga do gelo que é viver nos dias de hoje.

O carinho dessa história...

Quando nos conhecemos eu não sabia o que ia acontecer, mas tinha certeza que você ficaria mais próximo. Uma questão de sentir no ar, o olhar se encontrar e então a gente simplesmente entende.
Foi rápido, eu fui objetivo, e no final do dia já estávamos sem muito receio de estar juntos, mesmo que estar juntos não fosse nada demais, foi assim que tudo ficou, meio junto, mesmo que disfarçado.

Como sempre, confesso que por ser exigente, eu quis um pouco mais, mas dessa vez o que temos é suficiente. Não quero complicar mais do que já está, afinal de contas somos diferentes demais e eu nem sei dizer o que você tem que me desperta interesse, apesar de fazer uma pequena lista do que eu te desperto de desejos. E alguns deles eu não sei nem se posso cumprir.

Sei que me expressar dessa maneira não é bom, mas não é só uma expressão e sim uma necessidade de ação, que me faz mostrar o que está atrás do coração, naquele lugar bem guardado, onde se esconde o instinto e o inconsciente, cobertos por sentimentos e protegidos por uma redoma dourada.
Ninguém ainda chegou a ver o que eu tenho tão bem cuidado, não sei se um dia verão, ali é onde mantenho o meu carinho. É onde o carinho que tenho por ti também está.

Qual o fim dessa história? Não sei.
Só não queria separar o que já está longe, nem perder o que eu nem ao menos tive.
Não perderemos nada na verdade, pois tudo que tivemos foi extra, maravilhosamente arquitetado para nos fazer bem. Mas não te ver com a mesma frequência ou não poder te tocar, mesmo que proibidamente... não consigo ser indiferente a essa situação.

Posso te fazer uma promessa:
- Você não vai sair daqui.
Não prometo nada mais que isso, porque tudo é eterno enquanto dura, e mesmo que por mim perdure, eu não sou o único a fazer parte desse conto, não é?

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Velho ou novo, qual a diferença?


Estou velho... E nunca me senti tão jovem! Tão Vivo!
Mas veja, jovens, eu sou velho demais para ser como vocês...
Eu sou velho demais, mesmo.
E sou novo demais para ser velho...

Poxa, ninguém liga para as pessoas, só para as aparências.
Ninguém liga mesmo para ninguém, e sempre reclamam, mas nunca aprendem. Não querem. Pessoal, as aparências enganam. Enganam e podem te decepcionar...

Eu sou velho, por isso já estou cansado de tudo isso, estou exausto demais para tentar mostrar algo. E eu sou tão novo para ser velho, que ninguém me respeita mesmo. É, ninguém me deve respeito, por isso que eu me desencanto. E não me importo tanto. Nem tanto, mas não adianta dizer que não me importo de verdade. Eu gosto de vocês. E aí que eu me ferro. Mas eu não ligo. Dessa vez, não ligo mesmo.

Eu esqueço rápido, coisa de velho. A idade chega e a cabeça não funciona mais.
Mas eu consigo fazer umas duas ou três coisas ao mesmo tempo. E isso não muda, nem com o tempo. E por mais que o tempo passe, nada pode deteriorar minha determinação de continuar a ser assim, encantado com o mundo e feliz por ser vivo, ser eu mesmo, ser velho demais para certas coisas, ou novo demais para outras. Tanto importa...

Quero continuar a ser, e existir sem compromisso com a indiferença rude de quem quer ser o que não é!

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Eu sou e você também...

Sou sozinho. Não sou só.
Sou forte demais pra você!
Sou sim! Mas não sou pedra, nem ferro e fogo.
Sou fraco demais pra mim... me quebro inteirinho com uma simples palavra.
Mas quebrar não quer dizer que me jogo fora.

Sou sozinho, não fico só.
Me faço companhia quando a muvuca externa me deixa entediado.
Não sei ser aquele que fala besteira para fútil entretenimento.
Não sei rir de palhaço mal criado.
Nem de quem diz qualquer coisa para ser Sol fora de hora.

Só quero seu sorriso, não quero mais nada...
Não me importa sua vida, me importo com sua pessoa.
Não me importam suas palavras sem significado, me importo com o que você fala.

E se nada disso importa pra você, por favor, pode ir embora.
Aqui não há espaço para quem não mora dentro de si mesmo.
Aqui é um lugar de quem tem espaço de sobra para quem não sobra em nada!
Para quem sabe que tem muita vida pela frente!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Nem todos os fantasmas vem para nos assombrar...


Existe algo, um alguém, alguma coisa... sei lá o que, nem porquê e muito menos onde, mas existe.
Essa coisa, criatura, ser, ou algo parecido, vive dentro de todos nós...
É isso é certeza!
Aquele bichinho, que nos faz sentir tudo, desde arrepiar a pele, mas também fazer congelar o estômago.
Não pense que to falando do Amor, não. Não dessa vez... O Amor é outra coisa...
Acho até que esse bichinho é que faz a gente sentir tudo isso quando está apaixonado.
Mas esse danado fica cutucando a gente, especialmente, quando acontece uma surpresa!

SURPRISE!

A vida nos reserva cada uma... Inclusive quando resolve desenterrar alguns defuntos.
Não é morto vivo, nem filme de terror. Não sempre... Pelo menos, não dessa vez.
E dessa vez, o fantasma não veio me assombrar, não! Ele veio só pra me mostrar que as mudanças acontecem realmente para o bem!
E que realmente as "coincidências" são somente aquelas sementes que plantamos no passado, mas que demoraram um pouquinho pra dar frutos.

Dessa vez, foi uma história bem interessante pois, um dia antes, eu havia falado do fantasma...
Um fantasma, que me fez aumentar minha autoestima, melhorar minha imagem, automaticamente minha autoimagem, aumentou sem uma única palavra ou nenhum gesto, a minha vida inteira!
Eu sei que não foi ele, fui eu, foi por mim, mas ele foi o estopim, a pólvora e também o dedo que puxou o gatilho.

PUM!!!

E a bala vai sempre estar alojada, onde é eu não sei... Só sei que revi, revivi esse fantasmão, que ao invés de me assombrar, me recuperou a sanidade. Veio aquele bichinho danado, me cutucar por dentro, e descobri que na verdade, ele é um Eu mais consciente, sobre o que eu preciso, sobre o que eu sou, e sobre o que eu posso realmente fazer.
Quando ele me cutuca, é porque eu posso ir além! E eu vou!!
Eu fui, e eu tive uma grande confirmação, 10 anos depois, que foi pro meu BEM!
E ainda bem, que eu não paro, não volto atrás e não quero nem saber, vou fazendo acontecer!
Até não poder mais.

Obrigado ao fantasmão, por fazer meu bichinho cutucador me fazer lembrar de tudo que passei e venci!
Agradeço de coração!
Agradeço porque você fez sem saber, mais bem que poderia imaginar, e isso, meu caro, tem um valor inigualável!