Não dá...

Simplesmente não podemos agradar todo mundo, fazê-lo seria tornar-se um boneco de corda pronto para servir e, portanto, perdendo toda sua independência e individualidade.
Para quê viver para os outros?

É diferente interessar-se por ajudar, oferecer-se para companheiro ou conselheiro de outrem, mas de forma que não cause mal à nenhum dos participantes deste ato simples e gostoso de empatia e solidariedade.
Se algo aí não faz bem é porque existe algo sendo feito errado.
Pode ser a intenção errada, pode ser a falta de sinceridade, pode ser a falta até com a verdade de si próprio, obrigando o indivíduo a agir de forma desnecessária e contrária às suas crenças e índole.

Não é possível que em pleno século XXI, depois de tantas histórias, tantos exemplos, ainda haja problemas de pessoas que se iludem, deixando-se levar pelo mal causado às outras pessoas, interferirem com suas vidas.
Se uma pessoa gosta de fazer algo errado é responsabilidade dela. Ela provocou. Deixar que esse mal te afete por osmose é ilusão, estupidez, idiotice. Só para reforçar: Você é doido. Quase doente.

Liberte-se do outro encontrando assim quem você é, e finalmente entendendo o que você é.
Se quiser ajudar vai saber até onde pode chegar, até onde gostaria que chegassem contigo e não vai deixar-se envolver com os problemas dos outros.
Podemos ser expectadores ativos, que influenciam de forma indireta e eficiente para melhorar ou muitas vezes solucionar o problema do próximo!

Viver é ser você mesmo, relacionar-se com os outros e compartilhar experiências.
Qualquer coisa fora disso é doença. Sério!
E ficar doente, vamos combinar, não dá...

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