Saudade...

E mais uma vez, dentre todas as vezes do dia, me pego pensando em você.
Não é que eu tivesse deixado de pensar, mas eu imaginava se também pensava em mim.
A saudade me agitava e me tirava do sério, mas eu gosto de respeitar o espaço de quem gosto.
E então você veio me falar que sentia saudades e, mesmo que a saudade batesse com força, tentei entender o que sentia, mas não consegui.

Era uma mistura de euforia, felicidade, saudade claro, mas temperada de leve com desespero e um suave toque de angústia.
Não estava preparado para que fosse assim, na verdade, imaginava que seria deixado de lado como todo brinquedo depois que as crianças crescem, mas não fui.
Então a alegria me tomou conta e dessa vez quem bateu foi uma chateação boba.
Saco, por quê comigo?

Minha vontade é te colocar frente a frente e dizer tudo que quero pra ti. Fazer enxergar que pode mais e melhor e que na verdade, estaria lá para ser um alicerce dos degraus faltantes.
Daí eu sei que quem precisa dessa conversa sou eu, eu quem quer oferecer isso porque foi o que faltou por aqui.

Eu sei que não está sozinho e, como um amigo eu diria tudo isso.
Não sei dizer o que sinto, é um pouco de tudo isso recheado de carinho.
Só não queria que me deixasse sozinho de novo. É uma coisa que não me acostumaria pela segunda vez.
Fez muita falta menino, mas doeu.
Faz muita falta menino.

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