Eu, você e a Lua...

Me lembrei de você, era noite de Lua cheia como quando nos conhecemos e se houvesse qualquer coisa mais que me fizesse te esquecer, seria apenas uma tentativa frustrada do meu íntimo em proteger este grande coração de sangrar mais um pouco.
Naquele estado, não choraria, vi você de novo, como se fosse uma brincadeira do destino, colocar-me frente a frente com meu subconsciente e dizer, conhece-te! Você não pode mais fingir que não se importa!
E eu não finjo, sei muito bem que me importa e que me importo muito! Mas quê isso muda na minha vida? Se fosse suficiente importar-se e sentir, eu teria toda a vida para festejar estes sentimentos em grandes feitos e muito Amor!
Bem, querida Lua, entenda o que te peço com carinho e cuidado. Na noite que lhe conheci, fiz uma jura e cantei uma canção, fui sincero e descuidado, mostrei-me sem medo e fui atirado na parede sem receios ou mesmo com manuseio apropriado e agora estou aqui, recolhendo os cacos dessa noite mal dormida, desse beijo desejado, dessa noite que nunca me sairá da memória.
Lua, ouça minha súplica por um Amor bem preparado, que não me deixe por aí, que me ofereça uma das suas rosas quando lhe sentir desejado.
Ah Lua cheia que me trouxe esse menino aos pensamentos mais sinceros, me deixa simplesmente ser feliz, ser feliz com um amado que me Ame dobrado e que não deixe nunca minha vida de lado.
Ah Lua branca, plena no céu estrelado, adormece esse amante que tanto quer do seu lado um querido namorado, que carece de jeitinho e uns beijos mais safados, numa sexta-feira torta, ficar sozinhos e enrolados, e que pro resto do Amor que lhes cabe, viver completados um do outro, e que eterno seja até que acabe.
Amém!

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