Escolha uma palavra e deixe o Umikizu falar sobre isso...

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Acenda as fogueiras...

Abre as janelas, as portas e os véus, deixa o Sol e o calor entrar.
Acenda uma fogueira, uma vela, uma chama que acenda você inteira.
Sua alma dança, e o seu corpo não fica parado.
Uma festa está para começar.
Uma festa quente e incandescente, que vem para fertilizar sua vida, suas obras, sua existência!

Beltane, Beltane e suas fogueiras.
Os jovens e damas se excitam e dançam.
Os Deuses abençoam a dança e se enlaçam.
Exaltando a vida, aquecendo os corações.
E o resultado é a Terra toda em grande celebração!

Beltane, Beltane me traga Luz!
Deixa o Sol brilhar
E que a terra fecundada traga fartura
Os Deuses nos trazem sua força
Deusa e Deus unem-se como nós.

Acende sua vida, deixa a luz entrar e aguçar o paladar.
Abra a porta e assim verá as grandes fogueiras queimando de amor.
Deixa a sua vida fertilizada crescer forte e trazer os frutos que te alimentam.
E com as bençãos de sua própria vida e calor, aquece quem te ama.
Traga ao mundo sua semente e plante sua sabedoria e faça a Luz brilhar mais forte.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Sentimentos...


Sentimentos... o que você faz com eles?
Sente...
Sentir ultrapassa o entendimento.

Quantos escritores, cantores, cineastas, poetas, pintores, artistas plásticos e seus intérpretes de arte, e tantos outros tentaram explicar os sentimentos?
E por mais apurados que fossem, sempre foram incompletos.
Você lê o poema, escuta a música e vê a arte. Você sente.
Explique esse sentimento, por favor?
Bem... eu acho... eu penso... eu acredito... mas eu não sei explicar...
Mas eu sinto! AHH eu sinto!

São os dois lados do conhecimento.
O SENTIR!
O ENTENDER!
O que você SENTE você não consegue entender... você SENTE!
E o que você ENTENTE, você não sente, está ENTENDIDO e desvendado, descascado, não se sente, sabe-se.
O equilíbrio entre os dois é conseguir identificar o que se sente e o que se entende, e entender que as coisas são assim às vezes.
E saber que um não nega o outro, eles se completam.

E no meio dos dois fica a loucura.....rs
Exatamente.
Eu sou esse que fica no meio.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Um desabafo de Amor...

Bem, existe uma coisa que eu sei me acompanha desde o nascimento, e essa coisa é o Amor.
Eu falo muito de Amor, fases e até mesmo "fezes" que já passaram, que eu passei, que eu senti, que eu sinto, que eu não sei explicar, que ninguém pode explicar.
Situações, contos, realidades aqui e ali, partes de uma vida que engloba muitas vidas e que fazem de nós pessoas que conseguem dividir momentos pois eles são equivalentes.

Mas existe uma parte de mim, que ainda não encontrei equivalência em nenhum lugar, em nenhum ser vivo ou etéreo ainda.
Eu Amo a todos. E não odeio ninguém.
Bem, como isso é possível? Já me disseram que eu sou louco, já me disseram que eu estou querendo me enganar, já me disseram muita coisa.
O que as pessoas sabem sobre o que a gente realmente sente ou está sentindo?
Ha ha ha... NADA.

Mas deixem-me deixar as coisas ainda menos espalhafatosas.
Amo a todos que eu Amo. Bem, isso inclui os ex.
As pessoas que são ex parte da minha vida. Todas elas.
E todas as noites, e todos os dias, e todo momento, cada molécula do meu corpo passa pela terrível realidade de não tê-las por perto, de aceitar que algumas simplesmente não me gostam mais, entender que algumas eu mesmo afastei, compreender que as pessoas não são iguais à mim.
Infelizmente saber que algumas eu ainda não superei, e até mesmo eliminei da minha presença, para não me fazer mal à pessoa.

Emendo aqui, que não sabemos entender os sentimentos, eles foram feitos para se sentir, sendo assim eu imagino particularmente, que a ciência não será capaz de explicá-los, mesmo que seja capaz de reproduzí-los. E isso eu não duvido.
Há poucas coisas que eu duvido no mundo. Há menos coisas ainda que eu tenho certeza.
Mas sentir tudo isso, e todo esse Amor, por todas essas pessoas, ainda mais depois de me machucar por causa delas ou por elas, é uma coisa ainda mais difícil de entender.

Então sentir e saber sentir isso foi o que me libertou de um fardo que carrego hoje sem pesar.
Me fez identificar falhas minhas, me fez melhorar para as pessoas que estão convivendo comigo, me faz sentir sem ser massacrado. Não tanto.
E o sentir é abençoado. O sentir é complicado e é divino.
Sagrado é a palavra que bem define o sentir, que nós humanos temos o privilégio de filosofar a respeito, discutir e querer aos menos fazer algo a mais, ou algo de bom com esses sentimentos que ficam tão sentidos na nossa alma, no âmago do ser.

Sendo assim, eu digo sem pesar que Te Amo.
E que Amo todos os que já disse Eu Te Amo!
E que à estes entes de minh'alma existe um Amor que ainda me faz bem.
E quero que este Amor ainda lhes faça bem, sem temer que sintam-no.
Menos um peso. Mais um Amor.



I'll Stand By You

Oh, Why you look so sad?
Tears are in your eyes
Come on and come to me now
Don't be ashamed to cry
Let me see you through
Cause I've seen the dark side too.
When the night falls on you
You don't know what to do
Nothing you confess
could make me love you less

I'll stand by you
I'll stand by you
Won't let nobody hurt you
I'll stand by you

So,
If you´re mad, get mad
Don't hold it all inside
Come on and talk to me now
But hey, what you've got to hide
I get angry too
But I'm a lot like you
When you're standing at the crossroads
Don't know which path to choose
Let me come along
Cause even if you're wrong...

I'll stand by you
I'll stand by you
Won't let nobody hurt you
I'll stand by you
Take me in into your darkest hour
And I'll never desert you
I'll stand by you
And when,
When the night falls on you baby
You´re feeling all alone
You won´t be on your own

I'll stand by you
I'll stand by you
Won't let nobody hurt you
I'll stand by you
Take me in into your darkest hour
And I'll never desert you
I'll stand by you
I'll stand by you

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Eu ficarei com você

Oh, por que você parece tão triste?
Há lágrimas nos seus olhos
Venha e conte comigo agora
Não tenha vergonha de chorar
Deixe-me ve-lo por inteiro
Porque eu já vi o lado escuro também
Quando a noite cair sobre você
Você não souber o que fazer
Nada do que você confesse
Pode me fazer te amar menos

Eu ficarei com você
Eu ficarei com você
Não deixarei ninguém te machucar
Eu ficarei com você

Então,
Se você está com raiva, fique com raiva
Não guarde tudo isso dentro de você
Venha aqui e fale comigo agora
Mas hey, o que você tinha a esconder
Eu já fiquei bravo também
E eu tenho muito a ver com você
Quando você está numa encruzilhada
Não sabe qual caminho escolher
Deixe-me ir junto
Porque mesmo se você estiver errado...

Eu ficarei com você
Eu ficarei com você
Não deixarei ninguém te machucar
Eu ficarei com você
Me deixe entrar na sua mais negra hora
Eu nunca irei abandonar você
Eu ficarei com você
E quando,
Quando a noite cair sobre você, baby
Você se sentindo completamente só
Você não ficará sozinho

Eu ficarei com você
Eu ficarei com você
Não deixarei ninguém te machucar
Eu ficarei com você
Me deixe entrar na sua mais negra hora
Eu nunca irei abandonar você
Eu ficarei com você
Eu ficarei com você

domingo, 27 de outubro de 2013

Saudade...

E mais uma vez, dentre todas as vezes do dia, me pego pensando em você.
Não é que eu tivesse deixado de pensar, mas eu imaginava se também pensava em mim.
A saudade me agitava e me tirava do sério, mas eu gosto de respeitar o espaço de quem gosto.
E então você veio me falar que sentia saudades e, mesmo que a saudade batesse com força, tentei entender o que sentia, mas não consegui.

Era uma mistura de euforia, felicidade, saudade claro, mas temperada de leve com desespero e um suave toque de angústia.
Não estava preparado para que fosse assim, na verdade, imaginava que seria deixado de lado como todo brinquedo depois que as crianças crescem, mas não fui.
Então a alegria me tomou conta e dessa vez quem bateu foi uma chateação boba.
Saco, por quê comigo?

Minha vontade é te colocar frente a frente e dizer tudo que quero pra ti. Fazer enxergar que pode mais e melhor e que na verdade, estaria lá para ser um alicerce dos degraus faltantes.
Daí eu sei que quem precisa dessa conversa sou eu, eu quem quer oferecer isso porque foi o que faltou por aqui.

Eu sei que não está sozinho e, como um amigo eu diria tudo isso.
Não sei dizer o que sinto, é um pouco de tudo isso recheado de carinho.
Só não queria que me deixasse sozinho de novo. É uma coisa que não me acostumaria pela segunda vez.
Fez muita falta menino, mas doeu.
Faz muita falta menino.

sábado, 26 de outubro de 2013

Quem é forte...

Ter que ser forte sem ser.
Sentir saudade e sufocá-la de qualquer forma dentro do peito, já mutilado, é uma tarefa que não deveria existir.
Quem sente saudade sabe, que quando podemos nos desfazer dela, queremos que seja de vez, para sempre. Para sempre de contos de fadas!
Mas não é, não é?

Nessas horas a gente arranca forças de qualquer lugar, para poder ficar em paz, deixar o tempo passar e trazer o que é nosso e que ninguém nos tire isso.
Saber esperar não deveria acontecer, é uma tarefa ingrata com qualquer ser vivo. Mas necessária, não é?
Por isso, a gente estranha o que passa, não se contenta com o que possui quando o que a gente quer possuir na verdade nunca é nosso.

Não há um só lugar, não há pessoas, não há posses, não há nada, se não há aquilo que desejamos.
Não é que as outras coisas não existam, mas sim que não importam.
É difícil explicar, não é?
A saudade faz isso acontecer. Somos poucos que entendem a saudade, somos poucos que falamos sobre ela. E quando ela aperta, é pior que um filme de terror.
É real!


Sabe, nesses momentos a gente não tem muita escapatória.
Eu acho que a gente nunca tem escapatória pra saudade.
Ela é o ponto fraco do mundo. Mas exatamente por isso também é o ponto forte, afinal de contas, os extremos nada mais são que a mesma coisa em diferentes intensidades ou polaridades.

Eu entendo que quando a saudade me faz fraquinho, ela me dá uma força extrema para que eu possa aguentar e principalmente lutar contra ela.
Sendo assim, sua própria inimiga! Ela se mata sozinha, pois de tanto fazer a gente sentir saudades, corremos para matar essa saudade e reviver e fazer renascer todo o alívio que é rever, reencontrar, abraçar, beijar, conversar, aliviar... não é?

Pois é...
A saudade aperta? Então vai lá e aperte aquele sentimento no meio do seu abraço de reencontro, e fortaleça seu coração, suture as feridas e largue de vez esse escudo que você carrega para não se machucar.
Toda barreira faz com que nos protejamos de ataques externos, mas que também fiquem presos os ataques internos e energias.
Abra isso tudo, deixe arejar e respire um ar livre! Purifique-se.
É bom assim, não é?

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Daí tudo morre e renasce...

Breathe me - Murat Turan
Num desses dias em que a gente perde as esperanças, ficamos doentes, precisamos de atenção e estamos sozinhos, ficamos com fome sem comida na geladeira, não passa nada de bom na televisão e você está com muita dor de cabeça, ou seja, um dia de merda! a gente morre um pouco.
Não é que a gente morre de vez, nem de fome (porque sempre tem uma bolacha ou um ovo), mas sim morre uma parte da gente. O corpo expulsa o que é ruim, faz a gente dar um jeito no que não gosta ou não faz bem, e nessas horas tudo parece ainda pior! Mas é só parte do processo.

É uma fase bem desgraçada, fraco, cansado, com calor, com frio, com dor de barriga, com frescura, com preguiça, nariz escorrendo, a perna doendo, sem falar nas costas. O povo te deixa mal, parece que o mundo está contra você. Perde hora, perde o ônibus, perde dinheiro, chega uma conta mais cara, seu cachorro faz xixi na sua cama, sua empregada falta, e o dólar sobe! Tudo na mesma hora!
Exatamente, tudo na mesma hora, uma hora passa.
Cara, deixa te dizer, ficar doente acontece, um dia ruim (mais que um, eu sei!) acontece com todo mundo, mas também não é o fim do mundo. Passamos todos por isso, desde os mais fortes aos mais fracos, dos mais afortunados, ou não, até quem é desafortunado, ou não também.
Sabe, esses momentos passam e voltam, muitas vezes para fazer com que algo da gente morra, e então renascemos. Por completo!
Daí a gente percebe: temos muito que aprender! Ainda mais a ensinar, mas muito mais pelo que passar, não é?

Um dia de merda, caralho! Que porra é essa de falar tudo isso num dia desse? Tá bem, pode ficar bravo, irritado! É bom... põe pra fora tudo isso aí que faz muito bem.
Ah mas não precisa chorar, não é? Bem, na verdade precisa sim, limpa tudo! Lágrimas. A água salgada limpa, lava, desinfeta e principalmente protege a gente. Um banho de sal grosso faz muito bem também!
Superstição? Meu rapaz, se não fosse bom, se não fizesse bem, não teria sido me ensinado pela minha querida avó. E ela sabe das coisas... Como sabe!

A regra é clara, depois de um dia desses, sua vida não parece mais tão ruim, não é?
Bem, pode ser ruim, mas não é tão ruim assim. Fala a verdade, é boa, não é não? Eu sei que é... não adianta fazer birra! Agora entenda que é boa, aceita que dói menos! É o que dizem por aí. Mas dói menos crer que a vida é boa.

E fazê-la boa é mais divertido e efetivo, do que negar e fazer com que não seja. Faz sentido pra você? Pense bem!
E agora que isso ta passando, quase no fim, você está renascendo para uma nova oportunidade. Sabe como quando o seu machucado finalmente sarou e você pode arrancar a casquinha? Prazer! Aventura! Emoção! Sucesso!! Isso sim!
E melhor ainda, você pode voltar a correr, brincar, andar de bicicleta, capotar de novo!

Dói, mas é assim que a gente cresce. Assim que a gente aprende. Assim que a gente renasce. E vale a pena... tanto os dias ruins, as dores, as feridas, porque depois deles, vem o novo, nova pele, nova mente, novamente estamos 100% pra fazer tudo que a gente gosta. Então vai lá e renasce meu filho!
Bem vindo ao mundo novo que está vindo aos poucos, depois do eclipse, depois do Sol nascer de novo, e de novo... E de novo... E de novo...

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Arte: Pela praça da Boa Vontade...

No caminho que tomava para a escola havia uma praça muito bonita, a Praça da Boa Vontade, muitas árvores e muitos bancos, onde as crianças corriam na grama e os pais ficavam sentados aproveitando o fim de tarde, ou casais iam para namoricar ao pôr do Sol.
Todos os dias, sentado no mesmo banco, eu via um senhor já grisalho, bem arrumado com seu conjunto social marrom claro e uma gravata preta. Em seu colo levava uma caderneta de anotações. E eu o via rabiscar, escrever, desenhar todos os dias, os casais, os cachorros, as crianças e os velhinhos que por ali estavam.
Todos os dias que ia pra escola ele estava lá...
Será que de sábado e domingo ele também desenhava?
Levei minha pipa ao parque em um sábado bem mais cedo do horário que passava para ir à escola.
Enquanto ela voava alto no céu, o homem chegava e eu nem percebi que, na verdade, agora era eu quem ele desenhava.
Continuei a empinar minha pipa. Corri pela praça e deixei minha imaginação voar com ela.
Algum tempo depois, cansado de brincar, vi que aquele banco onde ele geralmente se sentava, estava ocupado por um outro casal apaixonado, sem nenhum sinal daquele senhor grisalho que me desenhava.
Era tarde, o pôr do Sol se aproximava e como não podia mais ficar, deixei a curiosidade de lado e fui pra casa.
No domingo, almocei na casa dos meus tios, brinquei a tarde toda com meus primos, no quintal de sua casa, pega-pega, esconde-esconde e muita risada.
No outro dia, no caminho pra escola, o senhor grisalho estava no banco, me viu e correu ao meu encontro. Meio tímido me entregou um desenho, era eu e minha pipa, os dois voavam no papel branco, a pipa colorida como era, eu estava pintado com caprichosas sombras em grafite.
Quando ia agradecer, ele já estava de volta no seu banco, criando mais uma vez outro desenho em preto e branco, que ele desenhava sem engano o que as pessoas faziam, com muitas nuances do que pensavam, destacando os sentimentos dos amantes, das famílias, das brincadeiras e das vidas das pessoas que observava.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Eu, você e a Lua...

Me lembrei de você, era noite de Lua cheia como quando nos conhecemos e se houvesse qualquer coisa mais que me fizesse te esquecer, seria apenas uma tentativa frustrada do meu íntimo em proteger este grande coração de sangrar mais um pouco.
Naquele estado, não choraria, vi você de novo, como se fosse uma brincadeira do destino, colocar-me frente a frente com meu subconsciente e dizer, conhece-te! Você não pode mais fingir que não se importa!
E eu não finjo, sei muito bem que me importa e que me importo muito! Mas quê isso muda na minha vida? Se fosse suficiente importar-se e sentir, eu teria toda a vida para festejar estes sentimentos em grandes feitos e muito Amor!
Bem, querida Lua, entenda o que te peço com carinho e cuidado. Na noite que lhe conheci, fiz uma jura e cantei uma canção, fui sincero e descuidado, mostrei-me sem medo e fui atirado na parede sem receios ou mesmo com manuseio apropriado e agora estou aqui, recolhendo os cacos dessa noite mal dormida, desse beijo desejado, dessa noite que nunca me sairá da memória.
Lua, ouça minha súplica por um Amor bem preparado, que não me deixe por aí, que me ofereça uma das suas rosas quando lhe sentir desejado.
Ah Lua cheia que me trouxe esse menino aos pensamentos mais sinceros, me deixa simplesmente ser feliz, ser feliz com um amado que me Ame dobrado e que não deixe nunca minha vida de lado.
Ah Lua branca, plena no céu estrelado, adormece esse amante que tanto quer do seu lado um querido namorado, que carece de jeitinho e uns beijos mais safados, numa sexta-feira torta, ficar sozinhos e enrolados, e que pro resto do Amor que lhes cabe, viver completados um do outro, e que eterno seja até que acabe.
Amém!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Me diz afinal...


Cuidado! Muito cuidado comigo!
Eu presto atenção em tudo que você me diz, e espero que você faça o mesmo!
Portanto, CUIDADO!
Eu vou ficar magoado se você me acusar sobre o que eu não disse.
Eu vou ficar chateado se você não prestar atenção em mim!
Eu vou te perdoar adiantado, mas não é por causa disso que você pode me judiar.
Eu te digo isso, sem ser complicado, porque de complicado já nos basta viver!
Eu quero muito que te entendas comigo, todo o sentido, do que digo ou faço contigo.

Me diz afinal, o que te causa desgosto, por eu ser tão sincero, sem pedir explicação?
Me diz no final, o que quer que eu faça para não se confundir comigo depois?
Me diz enfim, o que preciso mudar em mim, para você não ser um personagem de ficção?
E quando me disser, diga também o seu verdadeiro nome, para que eu conheça seu real valor.

A pessoa que fala contigo, também fala comigo no interior.
E essa mesma pessoa faz questão de que quando falar, ser a mesma do começo ao fim.
Sendo assim, com você ou com outras pessoas, ela se faz presente, especialmente no conteúdo.
Especialmente em todo o contexto e sem pretextos para ir além do que preciso for.
E se preciso for, que tal me dizer a real, fala que acabou e tudo foi só uma história ruim.
Porque de histórias ruins eu estou cansado.

Sendo assim, muito obrigado pela sinceridade.
Se for ficar, não me aguarde diferente.
Se for partir, fique à vontade para voltar com a cara limpa e os sonhos feitos.
Não vou me desfazer de ti, nem vou me refazer por ninguém.
Só queria saber que estamos tranquilos e que sejamos felizes assim.
Desse jeito mesmo, imperfeitos.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Aos Professores...

Agradecer aos professores?
Impossível!
Eles merecem MUITO MAIS que um agradecimento.

Eu sou suspeito para falar, e exatamente por isso, sou preparado para prestar esse depoimento.
Os professores são profissionais que colocam sua vida, suas tarefas e, infelizmente algumas vezes, seus ideais de lado, para doarem-se aos alunos, milhares dentre pequeninos e também aos mais grandinhos, oferecendo a ajuda para que estes trilhem o caminho para o conhecimento.

Não é poesia não, nem puxação de saco, pois é exatamente isso que ser um Professor significa.
Doam-se sem pesar para que seus alunos consigam aprender e com este conhecimento, ser uma pessoa culta, com opinião própria, que luta pelo seu próprio destino e que está mais preparado agora.
Um Professor não se esquece de nenhum aluno, por mais que o tempo passe, pois cada um deles é alguém diferente depois de estar em sua sala de aula.

A profissão do Professor não engloba todas as qualidades e muito menos todas as tarefas que ele realmente desempenha na educação dos seus alunos. Muitos passam da profissão de ensinar e também oferecem educação básica, outros são psicólogos, outros são amigos, e tudo misturado conforme a necessidade.

Mas acima de tudo, o Professor além de profissional, é também uma pessoa, que também tem suas dificuldades, alegrias, vida fora da escola, mãe, pai, filhos, festas, e continuam também a aprender todos os dias, tanto para ensinar, como para compartilhar sua experiência, sua vivência e claro, aprende muito com seus companheiros de trabalho: Os alunos!

Por isso, agradeço e homenageio como posso, todos os professores que passaram pela minha vida, pelas minhas lições, pelas minhas conquistas, que me deram força e aos que eu pude também ensinar algo.
OBRIGADO! E PARABÉNS!

Vocês são os guerreiros que criam condições de vida realmente para todos!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Existencial...


Chegava na Lapa e era coroado
Sentava no trono e já era multado
Uma dívida ali, que nem o guri,
Escapava da surra se fosse mentir

Vivia do troco de mais uma piada
Uma valsa, uma bossa e o mundo a aplaudir
Ficava e buscava uma loira gelada
E na hora de ir embora ia por aí

Chegava em casa e fazia o reinado
Ser mais livre que a vida de um pobre coitado
Dizia qualquer coisa e sobia o chiado
Era a nega do lado pedindo um trocado

Meu rei, minha rainha
Que tal uma noite pra gente pular
Dançando e cantando até o sol raiar
E de nada adiantava ficar parado
Descalço e de salto era tudo pro alto
A dança, a música, e bora pro palco

Sobe a ladeira neguinha, deixa subir
Sobe mais minha linda que eu vou aplaudir
Sobe a ladeira que a gente aqui embaixo
Vai ficar é maluco com o clima no alto

Sobe a escada desse pedestal
E deixa o morro sambar no quintal
Faz desse sussurro nosso recital
Não deixa acabar esse samba legal

Pra que a gente saiba.
Tudo é natural!
Existencial!

sábado, 12 de outubro de 2013

Gentileza sua...

Nasceu! Finalmente renasceu!
Era ele que não estava mais no mundo, entregado às tarefas de quem não tem medo de perder tempo com o tempo que não tem pra dar. E naquele momento, mesmo que atemporal na memória de um pequeno, estava marcado o horário, hora e minuto, de que precisava para fazer seu mapa astral no futuro que buscaria sem saber pra onde olhar.

Na idade que não quer mais ter, a criança sonha em ser adulta, em ser livre pra fazer o que quer.
Que toda criança consiga levar consigo a liberdade de ser ainda uma criança quando crescer.
Antes do tempo passar ela está na imaginação, e quando está na realidade, acaba que quer voltar, sem saber que voltar atrás nunca é uma opção, mas uma necessidade.

Porém, conhece a arte como ninguém, especialmente a arte de sorrir mesmo quando o mundo diz não.
Quando lê uma historinha, pela primeira vez que lê, não entende como é, mas se encanta com o fato de que ela própria é capaz de fazê-lo. Finalmente! parte da minha liberdade!
E quando cresce, entende que "a vida é aquele singelo livro sobre a mesa que fica de frente à janela aberta, que venta, e faz de própria espontaneidade a página daquele singelo livro, virar, de acordo com tal fé e força do vento, venta o vento, vivo a vida."

Depois de alguns anos, poucos e irrefreáveis, a criança renova seus votos, reage ao tempo como se nada fosse acabar e não pudesse esperar mais um segundo para ser o que deseja!
E espera o tempo que for necessário para que consiga ser feliz.

E de repente, entende, e espera, aquele singelo momento de dizer:
- Hora essa, que gentil meu menino, que tal levar-me contigo?

E a vida da criança está de novo, de volta, envolta naquele laço bonito do primeiro presente que recebeu. E o amor de quem não mais veria. As estrelas se abrem e o abraço encontrado no final do caminho é mais que bem vindo.

Bem vindo!

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!



sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Arte: Carregado pelo vento...

Calafrios descem pela espinha e espalham-se pelo corpo todo, espasmos de um sentimento que não é meu, não fazem parte de mim. Eu não sou aquela pessoa substituta, coadjuvante e iniciante que acabei fazendo tão bem o papel. O cansaço que me toma conta, no corpo se prega e a alma ali dentro fica espremidinha, sem espaço pra reagir. Alguém me salva dessa pressão tão ardente de ser bom demais pra qualquer um que se apresente à mim?

Não... Todos vem, me roubam as energias, carregam suas bagagens extraviadas e vão embora felizes da vida. No caminho, perdem a chave da porta de entrada, ou livram-se dela como se fosse um peso da lembrança de um passado que lhes incomoda. Trocaria a fechadura se não tivesse dado a chave a outras pessoas também.
Mas que importa agora? Estou entregue à sarjeta da memória...

Calafrios me acordam, o choro me faz dormir.
As dores me lembram de estar vivo e continuar a seguir rumo ao caminho que sempre sonhei trilhar.
Ajuda vai e vem, sem eu prejudicar ninguém, pois eu sei o peso de carregar alguém nas costas, tendo que se aguentar sozinho.

Sozinho é a única coisa que me salva. E depois de um tempo, livre, me deixa abrir a porta de novo pra outro estranho, que dessa vez olha tudo em volta e sai sem nem dizer olá.

- Olá! - Eu dizia.
E o ar respondia:
- FFFoi-se, fffui ali levar...

Vincent Van Gogh - Wheat field with Cypresses, 1889

Nessa levada desgraçada...


Aquela nossa parte, aparte do que acontece, diariamente no mundo todo, que grita incessantemente que precisa de algo a mais, está sempre disposta a pedir, exigente e quase feroz, nos faz dar outro passo!
Passo, e outro.
Move-se, senão por um empurrão então de susto. Negativa da vontade de inercia.
Prometida que está sua alma ao diabo, pede emprestado um dinheiro do cunhado, que nunca vai pagar.
Faz do jogo da vida uma aposta, perigosa e melindrada na impureza de ser mais um enfiado no azar.
Quem me dera ser daqueles que consegue confiar, entregar-se na certeza de que pode dar errado, e mesmo assim deixar. Frenético!

Refreado pelo berro do 38 apontado pra cara da criança, cuja mãe já desmaiada, não sabia se era vítima de um terrível engano ou maldição. Maldita, dá a grana, ou a gana não te salva, já que condenado eu já estou!
Percebe que se nada me segura, sua ambição figura mais uma tragédia, na versão brasileira de outra novela mexicana. Ficção da rua, disfarçada de comédia pra classe média se fartar.
Quem dera fosse ela mãe dos meus filhos, pra não ter engano na hora de me matar.

Dona, tem trocado? To cansado e não consigo mais falar, de tanto que a boca seca com o pouco que me resta pra poder pedir. Se quiser eu imploro, mas se não tem água me da cloro, que é pra logo isso acabar.
Acaba nada, nunca e de forma alguma, a gente que sofre é resistente e não sabe das vantagens de poder fazer corpo mole, dona.
Se me ajuda, eu limpo sua janela, quem sabe assim, enxerga melhor pela realidade, fora da tela do computador. 
Quem me dera ser mais um daqueles que reclama por ter o que ninguém precisa, e se declara impotente na frente de uma adversidade qualquer.

Quem me dera faltar...
Mas nem a falta está presente, como os dentes que me deixaram antes de crescer.
Agora bebe a pinga e vai embora, porque minha fachada já ta em hora é da gente fechar.
Fecha a conta e passa a régua!
Régis, fecha a caixa registradora, o saldo é negativo mas a gente é gente boa!

Vamo embora!
Vamo agora.
Vamo nessa...

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Preso...

Estava escuro. O lugar era enorme e eu me sentia com frio, mas bastava dar alguns passos para sentir uma fonte de calor, não sei se era vapor ou o sistema de refrigeração de uma máquina que jogava ali o que era excesso do que me faltava. Andava mais um pouco, e mais, e nada! Nenhuma mudança, senão da temperatura, quente e fria, e mais alguma coisa que ficava no meio disso.
Dormia com fome. Acordava e havia pão e água do meu lado, sem sinal de qualquer presença ou marca de passos naquele solo, que era escuro como mármore, mas não brilhava. Não havia nada que pudesse brilhar naquele espaço.
Era enorme, e se não tivesse ar, temperatura e comida de vez em quando, diria que estava vazio. Porque eu não significava coisa alguma ali.

Adiantava o passo, comia uma mordida do pão, que guardei para o caso de ter sido uma sorte grande. Mas no outro dia, havia outro.
Estava sendo observado, fui colocado naquele lugar por alguém. Alguma coisa que ficava batendo em mim e na mente, dizendo que havia de ter uma explicação, qualquer uma, qualquer coisa, para ter de estar perdido no escuro.
Alguma pegadinha, só podia ser. Ou uma vingança. Mas era tanta coisa para pouco. Eu ali, não era mais que qualquer pessoa. Não era mais, deixava de ser se fosse dizer a verdade do que se passava.

Caminhava e andava, dormia e chorava, de manhã comia e bebia água.
No caminho andava a pedra sob meus pés, e dormi tanto na pedra que não mudava que quando chorava, não sorvia nenhuma lágrima. A manhã e a noite, não sabia quem era que me dava a mão pelo caminho, nem quem podia ser, se a dama ou o cavalheiro quem me fazia par em cada passo que deixava pra trás.
Sem marcas, a única mudança que eu podia ver era do local os pés estavam, mesmo que parecesse que flutuava, por mais passos que desse, a impressão que dava era de andar em falso, ficar ali e não ficar, já não era minha preocupação.

Era frio, era calor, era pão, era suor, quando bebia água me libertava.
No quinto dia, fui dar de cara com uma sombra no fim do caminho. Ver, que já era um luxo, me foi totalmente negado. E no fim da visão havia uma linha bem definida no infinito.
Era o fim. Um precipício para os leigos. Para mim uma saída!
Corria, caía, levantava e me movia naquele infinito, não via que quando pulasse...

Pulava, e nada mudava.
Não é que eu voltasse pro mesmo lugar, mas que a água que me vinha ao acordar devia era ser abençoada. Não caía, não vazava pelo vazio.
E quanto mais caía, menos me interessava pelo espaço em preto que ali estava.
Era triste...

No caminhar de um ser sem vida, eu buscava qualquer coisa que me fizesse fim, mas nem minhas mãos me ajudavam. Até que depois de alguns dias, muitos passos e alguns pães, eu me encontrei com a água que me era entregada todos os dias.
Ah era na água que eu me libertaria.
Matei a sede, cobri o corpo e tirei o que mais me incomodava, depois de tudo isso, meti a cabeça no fundo e o fundo era só mais uma estrada.
Nunca me vi chorar, nem a água me mostrava, as gotas de lágrima  não chegavam, não faziam reflexos, e nem eu.

Molhado, seco, pão, água, preto, firme segui dentro da água até que não podia mais continuar, a água me parou e eu estaquei. Aquele momento era libertação, e depois de beber tanta água salgada, eu vi que nada era por acaso.
E no caso, depois de exatos 23 dias eu voltei pra casa. Era fechada demais, apertada, clara, fria e quente.
E a fachada não dizia nada. E eu queria dizer, eu queria ser livre de novo!
Ser livre como a minha prisão de finas paredes, construídas pela vida, sem nenhuma segurança, nem certificado de garantia. Se pudesse me entregava de novo, pra prisão que me deixava solto com minha própria vida, e mais nada.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Tem uma Lua...


No céu tem uma Lua e uma estrela,
A Lua sou eu, sorrindo.
A estrela é você,
Que brilha comigo.

Eu não mudo mais,
As fases que eu tenho são plenitude.
Você nunca mudou,
É de tudo e me completa.

A estrela é você, porque me encanta no sorriso,
Me faz companhia e ilumina o canto,
Aos poucos e constantemente.

A Lua sou eu, já que sou antigo e influencio o todo,
Não paro e não canso, pois me movo constantemente.
Tem eu e você no céu...

"I was never wrong..."

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Artista da vaidade...

Seda, luz, cores e algum brilho aqui e ali,
segue a receita que pinta na cabeça,
pintando a cabeça de quem se sujeita
àquele contraste de bom gosto e técnicas finas.

Pensa num flash e se lembra da sina que passa
perdido em meio ao sonho que espera calmo
paralisa um minuto, olhar no espaço, qualquer que seja
a vida levou dele muito do que almeja.

Não está preso, nem sempre se sente solto,
naquele local onde encontra tanta inspiração
se solta de novo e acredita na beleza do amanhã.
Ele quer ir embora, pra quem?, não tem certeza.

Volta no quadro daquela menina que hoje está nervosa,
realiza em poucas horas uma grande proeza,
casamento, festa de formatura ou só pela cerveja
ela olha no espelho e agradece com olhos brilhantes.

Ele é o artista da vaidade, não se perturba com a rudeza
de quem senta na cadeira e faz o voto de silêncio.
Faz seu trabalho contente, na mente uma música alegre
Nas mãos a certeza de felicidade.

Um menino preciso nos traços.
Seu prazer não está nas pessoas que cuida,
mas em cuidar e ser cuidado de jeito e forma
que só um verdadeiro artista consegue reconhecer...

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Deitado noutro mundo...

Naquele lugar, eu vou pra relaxar, mesmo que relaxar seja a última coisa que eu possa fazer.
Há uma faca, um punhal, um cajado ou um machado voando para mim, e desviar, bloquear, contra-atacar é mais que necessário.
Mas é neste ambiente que me refugio, me preservo e vivo pra sempre, numa paz sem descanso.

Neste mundo, as criaturas são vivas, tem vontades e todas as vontades são plausíveis. Não porque é definido que sim ou que não, mas porque cada um tem coragem suficiente para se fazer acontecer.
Se fizer, ser-se! Se é ser, então que faça-se acontecer.

É um lugar onde as coisas podem acontecer, mesmo que se diga que não pode, pois a verdade não é simplesmente compartilhada, mas se faz disponível em iguais proporções.
Sonho? Acha mesmo? Desculpe-me a gargalhada, mas nem nos seus sonhos você consegue o que quer, não é?


Juntos somos muitos. Só isso. Um nós sempre somos e essa é uma lição que lá se aprende no primeiro passo. Ninguém vai andar por ti, nem te carregar. Você vai morrer se não se cuidar, vai definhar e ser cortado em pequenos pedacinhos que serão assados para o jantar, por criaturas das quais você também não vê nos sonhos.

Engana-se quem pensar que são também sábios, ou que não tem seus problemas além de balas de canhão, ou até mesmo tiros de espingarda. Meu caro, acha que nossas armas são destrutivas? Cuidado com o que desejar quando ler isso, se se tornar realidade, será um grande problema! Porém, lá não. Há tudo. E tudo que há existe algo correspondente e, portanto, o contrário também existe.


E perigo algum é perigo demais! Aqueles que não sabem se virar, aprendem, não há como se acomodar.
Acabamos nos virando, dando um jeito, e os grandalhões não são os únicos valentões da vizinhança. Cuidado, sem julgamento precipitado a coisa já é difícil e, felizmente, totalmente imprevisível!

Mas eu dou outro nome, tudo é original. E acredite existem muito mais coisas entre o céu e a Terra que podem imaginar nossa vã filosofia. E isso a humanidade não sabe compreender, mesmo que ao contrário do dito popular, não é além de nossa mentalidade ou capacidade.
Se foi dito e você acreditou, desculpe, vai pastar muito na vida. Como gado mesmo, ou ovelhas. É, ovelhas!

Bem, no fim tudo fica assim, sem nenhuma diferença nas nossas vidas, todos seguimos igualmente como havia de ser, porque o destino quis assim e você não fez questão nenhuma de querer por si só.
Duro? Não, essa é a vida mole!
Duro é ser-se.