Agosto! A gosto...

Com um pouco de esperança que eu
Digno de pena, venho experimentar
Esse gosto amargo de um infinito passar
De tempo e de lugar.

Quando depois de passado outono
E o inverno bateu com força
Esperamos nessa nova fase uma
Pequena mostra de calor

Calor da alma e do coração
Pra passar esse gelo que é
Ser humano e ser sozinho
Nesse começo sem carinho.

Agora chega o gosto de quando você conhece alguém
Que se gaba por ser maior e melhor que o que passou
Mas deixa nos atos e no paladar, o tato de sua obra
E te faz esquecer que nesse mês havia uma desordem.

Ah! Que venha então, entra
Desencana da bagunça, ela vai
Embora nada sobre e nada suma
E alguma coisa ainda vai ser encontrada
Nessa ou noutra história de final de mês
E recomeço... bem doce...


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