Escolha uma palavra e deixe o Umikizu falar sobre isso...

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Responsabilidade, por quê lápis?

É! É isso mesmo!
Por quê? Não se faça de rogado...
O que importa é que não escreve nada certo, nem se pode confiar no que me diz, já que não é pra sempre.
Apaga, borra e desaparece com o vento, como as palavras que se diz cansado.

E então, que realmente fazes?
Que fazer se não me diz verdade alguma?
Quando posso deixar em tu a conta que faço, se não deixo nem marca nem pontos das coisas que me deve?

Se me deixasse pelo menos marcar em qualquer superfície esse tormento. E se pelo menos escrevesse na prece esse desejo de aliviar, de entorpecer-se de memórias cruas e sem mares de uma só cor.

Não vem com essa de que tens cores! HÁ!
Duvido!
Não, não tive não, nem na escolinha, nem no colégio!
Era os dois olhos da cara. E certa vez, me falaram que também custavam as bolas.

Quando me escreve: "PRA SEMPRE S2", eu fico acreditando, esperando, criando naquelas palavras um caminho, um destino...
Poderes que tenho, jogados no lixo, amassados como papel arrependido por ter-lhe tocado!

Vai! Desbota o branco com desculpas.
Me enche de palavras doces e cheias de ternura que se apagam com as lágrimas que ainda tenho em ti.

DESPESSA-SE!
Deixa-me em paz e raspe esse texto falso de pequenos rabiscos deixados no meu peito.
Sem coração que és!
Sem nenhuma ordem.

És escuro, e prefere assim usar sua mórbida realeza.
Faço de tudo, com certeza.
Me deixa e me esqueça.
Me faça a gentileza de desaparecer. Diminuido por tanto apontar na minha porta de repente.

Eu já estou quebrado demais.
Por dentro.
Não seguro as pontas dessa vida que me deste, que me fez carregar, tanto que caí e me levantei sem aparentar ao mundo o caos que me encontro.

Sem deixar que as suas juras me fizessem transparente.
E guardando do mundo, que não merece ver esse ferimento tão grotesco.
Vai e me esquece.
Apaga meu nome do seu carvão, desse rude e selvagem coração que te torna vivo!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Não preciso esperar...

Não preciso esperar...
Estou tranquilo,
Não devo nada pra ninguém.
Estou saudável e não dependo de ninguém.
Estou livre e não falo nada.
Não preciso...

Não tem ninguém me esperando.
Estou sozinho...
Tem gente que me deve muito,
Não é dinheiro,
Nem é pra mim que vão pagar...
E quando vão perceber?


E quando eu vou andar com alguém?
Quando vou-me permitir entregar?
Quando vão querer dividir minha loucura?
Bem...
Essa é a história que ainda será contada.

Se conheço um pouco sobre história,
Essa não será um conto de fadas.
E é isso que eu quero!
Por tudo que já passei e vivi,
Uma história que possa ser, no mínimo,
Realidade...

domingo, 25 de agosto de 2013

Esperança...


Quando muda a sua vida,
Quando passa dessa pra melhor,
Quando faz uma mandinga...
E quando para devagar.

A melhor alternativa é não esperar.
Alcança o que te deseja.
Busca a sua realeza e nunca
Saia de casa sem sua autoestima.

Ela busca um lugar ao Sol.
Não o astro, mas o rastro do seu brilho.
E não esmorece quando acaba o dia.

Ela faz de você quem é!
E não desiste só porque findou-se a noite.
Persiste e acredita num novo você. Amanhã.


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

#1 - Um Pequeno Brasileiro - A Caipora...

Numa tarde normal, com temperatura amena, a sociedade se comportando normalmente, um garoto normal de 8 anos passeava pela rua de sua casa. Sim, a casa também era normal.
Naquele dia, não houve aula, e o sol brilhava de modo que estava triste de ficar dentro de casa. Ele mora num bairro de classe média da cidade de Vivá, pequena mas bem cuidada, as ruas asfaltadas, bastante praças e áreas de preservação da natureza que é ainda abundante na região.

No final da rua, ouviu uma risada que terminava num assovio, bem baixinho, vindo do pé de uma mangueira carregada no quintal da Dona Anna, uma senhora graciosa, que adorava contar histórias. Sua casa tinha um quintal grande e recheado de árvores de frutas, além da mangueira também tinha goiabeira, limoeiro e laranjeiras, um pé de amora que abrigava muitos pássaros, e também jabuticabeira.
O assovio virou um vulto, que correu pra dentro da casa.

O menino chamou:
- Dona Anna, é o Caio. Posso entrar?
E ela veio até a porta da frente, arrastando os velhos chinelos de dedo, baixinha, com cabelos grisalhos amarrados num coque, vestido branco com flores rosas que ela mesma costurou e era preso pela cintura por seu avental azul e vermelho.
- Entra menino! - disse com voz rouca demonstrando a idade e a alegria. - Estava te esperando.

Pela primeira vez Caio entrou na casa e sentiu-se tonto. Dona Anna trouxe logo um copo de leite com biscoitos, e pediu que o menino se sentasse. Depois que o menino comeu alguns biscoitos e tomou o leite, ela então explicou:
- Desculpe, devia ter avisado, você não é a única visita hoje, e ela não gosta de quem não conhece. Está melhor?
- Estou sim, e seus biscoitos são deliciosos! Mas quem é a outra visita? E por quê não gosta de mim?
- Não é que ela não goste, só não te conhece ainda. - riu Dona Anna - É uma Caipora, e ela é muito tímida, mas depois vira uma tagarela! Na verdade, foi ela quem te chamou pra entrar, você ouviu uma risada assobiada, não foi?
Ele concordou com um sinal de cabeça, a boca cheia de biscoitos, e então, Caipora apareceu atrás do sofá, curiosa, apontou para o menino e sumiu.
Pegou um cigarro e fugiu.

- Ela gostou de você. - Mas séria, ela perguntou - Caio, você tem medo dela?
- Eu não sei, acho que ela foi a primeira que eu vi. Mas não senti medo não.
- Que bom, meu filho. Gostou dos biscoitos? Uhum. Que bom, então aproveite os biscoitos, vou te contar uma história.

A Caipora, menino, é uma das defensoras das nossas florestas mas principalmente dos animais, contam-nos os índios Tupi-Guarani.
De cabelos bem vermelhos, pelos pelo corpo todo, e orelhas pontudas, ela patrulha as matas montada num porco-do-mato, e quando ela vê um caçador ela fica bem esperta, se ele caça mais do que precisa ou faz os animais sofrerem, ela imita os sonhos dos animais mais ferozes e afugenta as presas, mexendo galhos e os fazem correr da mata ou se perderem dentro dela!
Como você sabe, hoje em dia, nossa mata e a Natureza está ameaçada, mas a Caipora não consegue mais proteger os animais e as florestas sozinha, os homens desenvolveram tecnologia e com ela, conseguem derrubar mais árvores e matar mais bichos, sem nem escutar o alerta da Caipora, sem medo.
Por isso nós precisamos da sua ajuda, Caio.

- Mas Dona Anna, como eu vou ajudar? Sou só um menino. E não gosto de me meter nos assuntos dos adultos.
- É um menino muito inteligente! E é exatamente das crianças que precisamos de ajuda. As crianças crescem e se tornam adultos, e então, terão de tomar conta dos mesmos "assuntos dos adultos" que você não quer se meter.
- Eu sei, mas vou pensar nisso quando eu for adulto. Agora eu quero brincar com a Caipora!


Caio saiu no quintal e viu a Caipora encostada na mangueira, correu até ela e parou assustado. A Caipora riu e correu assoviando, enquanto Dona Anna olhava da porta da sua casinha.

O que será que Caio viu?
Qual é a necessidade de Dona Anna para com o menino que só quer brincar?

Quer descobrir? Assovie pra Caipora e espere até o próximo capítulo!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Triplo...

Do meu lado de fora, de dentro, e do lado que não se vê, existem todos ao mesmo tempo, mesmo sem você saber, uma mágica combinação de elementares e práticos lugares de onde não se vão nem se vem, qualquer que seja a intenção, ainda sim não é suficiente para prender a atenção dessa epifania.

É som, imagem e sinal.
É instrumento, manuseio e energia.
Combinação fatal de coração, emoção e mente.
Entre meios de tanta alegria, drama e tragédia.
Nem se pode contar o choro, a emoção, a risada.
E quem sabe nessa hora talvez um começo, bem no meio do fim da estrada?

Triplique a sensação de que tudo tem... bem... pois é!
Tudo tem relação, protegendo a emoção e exaltando as reações!
Quando de repente! BAM!!! A gente bate de frente com aquele dilema:
- Pr'onde vou? Quem sou eu? Que eu faço?

Não se pode dizer, nem saber, ou definir.
És, está, será!
Será?
Pois se existe uma resposta, uma saída, uma pista que seja, é lá!
LÁÁÁÁ LOOONGE! Três quilômetros de distância...
Depois segue reto toda a vida, seu moço!

E não reclama...
Tem que ir à pé, sim, pé ante pé!
Porque fortalece, enobrece, enrijece os músculos!
Vai fica charmoso e bonito. E se se cuidar direitinho, até cheiroso. Acredita?

Bem, então vai, corre seu caminho, devagar pra não cansar, e depressa pra não ficar pra trás.
Se encaixa no equilíbrio e encontra a harmonia do passo a passo da vida.
E vive... e segue...
Anda!

sábado, 17 de agosto de 2013

Compromissos no meio tempo...

Bom dia! Tudo bem contigo?
Eu estou bem também, obrigado por perguntar. Na verdade estou ótimo!
Tem um tempo que não nos vemos, vamos almoçar amanhã, naquele restaurante tailandês que você adora tanto. Você pode às 13:10?
Que bom! Até amanhã.


Chego no restaurante mais cedo. Bem, é normal que eu chegue mais cedo.
E como eu sei que vou esperar por um bom tempo, faço o mais fabuloso ritual do mundo!
Peço uma bebida e sento-me com meu livro.
Estava lendo, página 125.
Eu estava com fome.

Olá!
Ahh não, não demorou nada.
Eu estava aqui lendo meu livro e tomando um café enquanto te esperava.
O que vamos comer?
Como vai a família?
E o trabalho?
Olha, está namorando. Que bonito ele é! Está feliz?
Ahh 5 meses. Entendi. Mas vai melhorar, fique tranquila.
Foi ótimo te ver. Vamos marcar mais vezes.
Tchau!

Ela não demorou, nem atrasou.
Ela chegou na página 244, e eu leio devagar, passava das 14:00.
Nesse dia, estava sozinho e queria companhia, e fui tolo de não me deixar curtir a solidão.
Ela não queria almoçar, nem conversar. Foi convencionalmente infiel ao dizer que sim à um convite que não queria aceitar.
E atrasou, para não ficar muito tempo.
E ficou mais tempo do que deveria.
Não é amargura. O convite foi meu, o tempo também.
O erro também.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

#2 - Crônicas do Guardião - Irmãos...

Tudo que aprendemos foi por observação dos nossos irmãos mais velhos e mais sábios, os animais. Muita gente não sabe, mas os nossos companheiros animais são os principais responsáveis pelo aprendizado do homem e a origem da maioria dos nossos comportamentos. Eles sabem exatamente o que fazem e tem tudo que sempre quiseram. Vivem a vida simples. Fazem o necessário, sem desperdício, sem problemas.
Quando dizemos - "Siga seus instintos" - nada mais é que seguir o animal que existe dentro de nós.

Aprendemos a caçar, a nos alimentar, a comer, a andar, a correr, a nos comunicar, só para citar o básico, com os animais. Ainda aprendemos hoje, muito com seu comportamento, sua forma de viver e se relacionar em bando, com a mesma ou com espécies diferentes, são grandes lições para nós seres humanos, que não passamos também de animais.
Os povos primitivos e indígenas, são os que mais se relacionaram com esses animais, alguns acreditam que para cada pessoa, existe um correspondente animal.
E é mais ou menos assim que acontece. Os xamãs são capazes de se transformarem em seus animais sagrados, e cada um dos animais vêm ensinar aos homens uma lição.

Podemos assumir com 100% de acerto de que tudo que sabemos é proveniente de observação e depois de experimentação, e como os animais são os seres mais velhos na Terra, eles são os nossos maiores professores. Com o tempo fomos aprimorando esses ensinamentos, mas ainda não somos animais independentes, pois temos a necessidade de observar e aprender ainda para descobrir e entender muitos dilemas humanos.

Esquecemos e somos diariamente rememorados por animais de estimação, por belas aves e seu canto, por feras selvagens e pequenos insetos de que não somos perfeitos. Que ainda temos muito que aprender e que tudo que temos hoje em excesso nos é cobrado.
Os animais vivem com o que necessitam ou menos, e fazem sacrifícios para que outros seres, como nós, possam continuar a viver, pois entendem no instinto, os desígnios naturais e seu papel no todo.

Essa é a última lição que aprenderemos. Até lá, continuamos dependentes e discípulos de nossos irmãos animais, pois não somos capazes de seguir e dominar nossos instintos.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

#1 - Crônicas do Guardião - Passado...


Antes de ser designado para este planeta e seu sistema Aeon, o Tempo era um senhor muito gentil, os deuses uniam-se em harmonia e as guerras eram raras e grandiosas!
E era de costume que um ser encontrasse-se com outros por sua aura, a vida era pura energia e o corpo físico era diferente dos que temos hoje, pois a matéria era também diferente, tudo era etéreo, fluido e prático.


O que mudou? Nada.
Porém com o decorrer das eras e a criação de novas consciências, tudo se transforma e se adapta ao ambiente e à verdade que mais se apega.

Como seres geradores, os humanos nasceram e começaram a sua peregrinação pelo planeta Terra. Havia guias e muitas entidades luminosas e etéreas para auxiliar o processo. Ainda hoje há. O humano como criador, com toda sua capacidade de produção, se dedica à sua obra e sua obra é grandiosa.
Quando se encontra pleno, perde-se de seu real objetivo e prende-se na única tarefa de ser grande e de progredir.


Os desastres começaram, os guias foram expulsos, eram muito ignorantes por não conseguir enxergar a grandiosidade e a capacidade ilimitada da raça humana. Foram destituídos de sua tarefa, por ordem e por desígnios do novo Deus humano.
O único deus que não provém antes de receber algo em troca, e desde então, os humanos só conseguem pensar em fazer sacrifícios para que o que desejam torne-se realidade. Sua sabedoria não aprendeu a cultuar o deus que existe em cada ser e em cada coisa, por isso tornou-se escravo dos Deuses que criou para que pudesse pedir e encontrar esperanças quando não houvesse mais nada palpável e mais nada possível.

O Deus do Impossível!


Perdeu-se a aura e ficou o corpo físico, bem feito e em semelhança de seus Deuses. Desencontrados e elevados à imaginação, classificação e reprodução em mármore.
A Natureza foi rebaixada de seus poderes criadores, tornando-se somente reprodutora das sementes humanas, retiradas da terra e do barro para nascerem de acordo com os desígnios de Deus e servir ao seu propósito de ser físico, realidade morta até que literalmente morresse e volte ao lado direito de seu criador.
O físico e o real unem-se e na matéria é que mora a aura do humano agora. Chamam de alma, quando está encarnada correndo nas células e nas veias do corpo humano, agora pronto para colocar todo seu maquinário para proliferar as máquinas criadas pela sua imaginação criativa e poderosa em fazer peças que encaixam e juntas formando grandes máquinas que fazem o impossível realidade.

Carregados de sucesso, magníficas obras de todos os materiais encontrados na Terra, provedora para suas ambições, o humano incansável continua procurando sua realização. Desencontrado dos seus propósitos e de sua tarefa.
Deixou de lado sua leveza, sua divindade e sua etérea potência.
Desacreditado, limitado, definitivo e certo...

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Utopia é a realidade...


Entrando em uma casa humilde da periferia da cidade, qual foi meu espanto ao encontrar tudo muito bem organizado; as crianças bem vestidas, de acordo com as possibilidades, e cada uma com seu brinquedo bem cuidado, que era reciclado, mas colocado com carinho em cima dos travesseiros?

Nenhum!

Naquela sociedade, onde o que falta é emprego e segurança, as crianças estudam e são incentivadas a criar, experimentar e a lutar pelo que querem.
Paupérrimas, mas ricas em seus mundos e nas maneiras inúmeras de transformar o que tinham, que era tão pouco, naquilo que precisavam.

Ricas SIM!

Essas eram pessoas que não se importavam realmente com o que lhes faltava, mas faziam o possível, e algumas vezes o impossível, com o pouco que tinham. Não se incomodavam com o que falavam delas pois não conheciam sua realidade, já que nunca foram até a comunidade, então como saber?
Estavam seguras de que não seria importante fazer-se saber do que não lhes convinha. E assim carregavam o peso somente do que era seu.

Indiferentes, NÃO!

E entre eles existia um pequeno ritual, não pediam ajuda, pois se ajudavam por igual. Era o menino que precisava de leite, ou a mãe que precisasse de pão, era o pai que precisava de um cabo de enxada, ou o filho que precisava de carvão para a escola; um tinha a mais, então era de todos. E todos tinham mais do que realmente possuíam, sem sair de sua humilde pobreza por meios sem perdão.

Felizes!

Haviam sido roubados, mas não sofriam por isso, do pouco que tinham, muito foi levado, mas todos estavam bem, e isso é que era lembrado.
Mesmo depois de terem sofrido um roubo de suas economias, eles estavam ainda unidos, ainda vivos, ainda livres daquela escravidão que o mundo lhes queria impor. Não seriam nunca mais aprisionados naquela cela amargurada, chamada solidão.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Sonho x Realidade...

Desde criança, uma sorte que vem do berço.
Crescido e jovem, queria fugir dali.
Rapaz era apenas um sonho de infância...
Mas homem, homem mesmo queria dançar.

E vivia rodopiando,
Crescendo, cantando e
Ah uma pirueta a mais!
Colecionava expressões e dores.

Crescido era feliz.
Rapaz era menino.
Criança fez-se de novo.

Girava, um pé na frente do outro.
Dançava e cantava, era um sonho!
O Ballet na sua vida era realidade...


Em homenagem à um sonhador, à um rapaz...

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Solo...

Depois de cair de cabeça e mesmo assim nada quebrar
~ mesmo o coração, frágil, não se partiu
Descobri que não há nada que não possa suportar
~ mesmo calado, não sofri quando você saiu
Te Amo calado para não te provocar
~ sinto sua falta me causando um calafrio

Não escrevo isso para você, pois não merece.
~ não te quero mais, pois não me aceita...
Digo aqui a verdade que prezo na sinceridade que me vem tão fácil.
~ quero a felicidade simples de uma vida sem receita.

Ando só, pois sei onde quero chegar.
~ caminho calado, de cabeça erguida, e de peito aberto pra amar.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Agosto! A gosto...

Com um pouco de esperança que eu
Digno de pena, venho experimentar
Esse gosto amargo de um infinito passar
De tempo e de lugar.

Quando depois de passado outono
E o inverno bateu com força
Esperamos nessa nova fase uma
Pequena mostra de calor

Calor da alma e do coração
Pra passar esse gelo que é
Ser humano e ser sozinho
Nesse começo sem carinho.

Agora chega o gosto de quando você conhece alguém
Que se gaba por ser maior e melhor que o que passou
Mas deixa nos atos e no paladar, o tato de sua obra
E te faz esquecer que nesse mês havia uma desordem.

Ah! Que venha então, entra
Desencana da bagunça, ela vai
Embora nada sobre e nada suma
E alguma coisa ainda vai ser encontrada
Nessa ou noutra história de final de mês
E recomeço... bem doce...